Proposta

A Escola Criativa trabalha com a abordagem pedagógica sócio-construtivista, buscando adaptar para a sala de aula ideias de teóricos como Piaget e Vygotsky. Nessa linha de pensamento, o professor não é o dono do saber, e a sala de aula é um local de relações entre os diferentes saberes. Todos aprendem em conjunto, sendo sujeitos coletivos dos processos de aprendizagens.

Entendemos que as crianças chegam na escola com uma grande soma de conhecimentos formados no seu meio social, o que chamamos de “conhecimentos prévios”. A professora analisa esses conhecimentos de diferentes maneiras, e ao identificá-los, é possível introduzi-los ludicamente na realidade social e cultural das crianças.

Ao trabalhar os conteúdos propostos pelas disciplinas, utilizamos exemplos do cotidiano, facilitando a compreensão e a construção de uma aprendizagem significativa, que permanecerá por um longo período de tempo na vida das crianças.

O principal objetivo é formar sujeitos críticos e participativos, tanto na comunidade escolar, como na vida social. A escola abre suas portas para as informações, adaptando e adequando os conhecimentos para a faixa etária das nossas crianças, trazendo temas que os permitam refletir e questionar.

Nossa avaliação é feita baseada nas etapas de desenvolvimento cognitivo e sócio-emocional, através da observação contínua realizada pela equipe pedagógica e equipe multidisciplinar. Entendemos a criança como um “todo”, considerando cada passo do seu desenvolvimento. Os pais são informados de todas as nossas observações em conversas individualizadas, em que podem interagir com a professora orientadora da sua criança.

As brincadeiras são foco dos nossos processos de aprendizagem, pois acreditamos que as crianças naturalmente são sujeitos lúdicos e com alto potencial de imaginação. A brincadeira favorece ao desenvolvimento de diferentes habilidades, em especial, a criatividade. Nosso desejo é que nossos pequeninos e pequeninas sejam criativos não apenas na infância, mas durante toda a sua vida.

“Ao brincar, a criança assume papéis e aceita as regras próprias da brincadeira, executando, imaginariamente, tarefas para as quais ainda não está apta ou não sente como agradáveis na realidade.” (Lev Vygotsky)